Escola Anna Nery | Pós-Graduação

Histórico

A Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EEAN/UFRJ) foi fundada por iniciativa do eminente sanitarista e cientista brasileiro Carlos Chagas, e graças ao concurso dos esforços das enfermeiras americanas que integraram a Missão de Cooperação Técnica para o Desenvolvimento da Enfermagem no Brasil, chefiada pela enfermeira americana Ethel O. Parsons, que chegou ao Rio de Janeiro em 02 de setembro de 1921. Esta Escola demarca, no País, o modelo de ensino e de prática de enfermagem moderna, segundo os princípios norteadores do Sistema Nightingale.

A missão técnica foi patrocinada pela Fundação Rockefeller e teve a incumbência essencial de implantar, no Brasil, o Serviço de Enfermeiras do Departamento Nacional de Saúde Pública, do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, sendo Diretor Geral do Departamento o Dr. Carlos Chagas. Desde logo, foi recomendada a criação de uma Escola de Enfermeiras (Decreto nº 15, 799/22), e quando o primeiro currículo foi implantado, em 1923, para consolidar o efetivo funcionamento da Escola (Decreto nº 26. 300), era diretora a enfermeira Clara Louise Kieninger.

A Escola de Enfermagem Anna Nery integrou-se ao Sistema Universitário (Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro), em 1937, como instituição de educação complementar (Lei nº 452/37), sendo diretora a enfermeira americana Bertha Lucille Pullen. Em 1945, a Escola foi elevada à categoria de Unidade de Ensino (Decreto Lei nº 8.393/45), sendo diretora a enfermeira brasileira Laís Netto dos Reys (primeira Diretora formada pela EEAN).

Com seu pioneirismo, em 1926, as primeiras Enfermeiras formadas por esta Escola criaram a Associação Nacional de Enfermeiras Diplomadas (ANED). Em 1º de junho de 1929, com o objetivo de ingressar a ANED no Internacional Council of Nurses (ICN) foi acrescentado o gentílico “brasileiras”, tornando-se Associação Nacional de Enfermeiras Diplomadas Brasileiras (ANEDB). Esta denominação permaneceu até 7 de agosto de 1944, quando ocorre a primeira reforma do estatuto da entidade, passando a se chamar Associação Brasileira de Enfermeiras Diplomadas (ABED). Em 1954 a ABED passou a ser denominada Associação Brasileira de Enfermagem, nome que permanece até os dias atuais. A ABEn representou até meados da década de 1970, o principal espaço de organização profissional dos enfermeiros, uma vez que as outras entidades organizativas da profissão só foram criadas no transcurso da década de 1970.

A Escola de Enfermagem Anna Nery integra o Centro de Ciências da Saúde da UFRJ, tendo as seguintes finalidades: gerar e difundir conhecimentos, garantindo os padrões elevados de qualidade e equidade; formar e aperfeiçoar o profissional de enfermagem (Graduação e Pós-Graduação), promovendo a formação humanística do cidadão com capacidade crítica frente à sociedade e ao Estado. Promover o desenvolvimento técnico, científico, econômico, social, artístico e cultural; estimular o conhecimento e a busca de soluções de problemas do mundo contemporâneo, em particular os regionais, nacionais e internacionais; desenvolver pesquisa científica; promover a extensão; divulgar e promover a transferência de conhecimentos à comunidade.

A Escola de Enfermagem Anna Nery também aplica a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; integração permanente com a sociedade, com o mundo do trabalho e com os demais níveis e graus de ensino; igualdade de condições para o acesso e permanência discente na Instituição; liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte, a cultura e o saber; pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; garantia de qualidade acadêmica; gestão democrática e colegiada; eficiência, probidade e racionalização na gestão de recursos; e, valorização profissional dos docentes e técnico-administrativos.

Os princípios norteadores da instituição prevalecem no ensino-pesquisa de Pós-Graduação, orientando a proposta do Programa de Pós-Graduação Stricto-sensu – cursos de mestrado e de doutorado (PPG). Na gestão da Professora Elvira de Felice e Souza, Professora Titular do Departamento de Enfermagem Fundamental, atualmente Professora Emérita da UFRJ, a EEAN iniciou a formação Stricto-Sensu em enfermagem no país, com o curso (Mestrado) credenciado com a aprovação do parecer nº 1 do Conselho Federal de Educação 1723/73, contribuindo sobremaneira para o desenvolvimento da pesquisa em enfermagem no Brasil. A primeira coordenadora do programa foi a Professora Maria Dolores Lins de Andrade (1972 a 1974), Professora Titular do Departamento de Metodologia da Enfermagem, posteriormente Professora Emérita da UFRJ.

A área de concentração, na sua fundação, era Enfermagem Fundamental, abarcando os procedimentos, teorias de enfermagem e metodologia de ensino, com vistas a oferecer oportunidades a graduados em enfermagem para aprofundar conhecimentos, ampliar os níveis de competência e as habilidades profissionais, abrangendo de forma integrada o ensino, a pesquisa e a assistência de enfermagem. As primeiras defesas das dissertações ocorreram no dia comemorativo da Enfermagem, 20 maio de 1975, e as pioneiras foram: Lygia Paim, Ana Maria Palermo e Ieda de Alencar Barreira.

O Curso de Doutorado, o terceiro do Brasil, foi implantado em 1989, e a primeira defesa ocorreu em 12 de agosto de 1992, com a pioneira, Ieda de Alencar Barreira, Professora Titular do Departamento de Enfermagem Fundamental, sendo esta a 1ª tese defendida na Linha de Pesquisa História da Enfermagem Brasileira.

De 1990 a 1993, ampliou-se a área de concentração agregando a Metodologia de Enfermagem, abarcando a Administração do Ensino e da Assistência de Enfermagem; e a Enfermagem Assistencial, com três núcleos, incluindo-se a Enfermagem Psiquiátrica, a Enfermagem Médico-Cirúrgica e a Enfermagem em Saúde da Comunidade.

De 1991 a 1996, como resultado do 5º Seminário de Avaliação do Curso de Mestrado, fez-se a avaliação das áreas de concentração e realinhou-se para Enfermagem e Mudança Social; A enfermagem no contexto da saúde; A enfermagem e seus clientes: ensino/assistência. Já em 1996, com a discussão da organização de linhas de pesquisa, o Programa atualizou a linguagem e investiu na organização de seis Linhas: Enfermagem e Sociedade; O Saber da Enfermagem e suas Dimensões Teóricas e Práticas; A Enfermagem e a Saúde dos Grupos humanos; História da Enfermagem Brasileira; Saúde da Mulher; Estudos Comparados Latino-americanos.

Com o avanço das discussões e a ampliação do número de doutores da EEAN, a instituição investiu na organização dos docentes e de suas produções em Núcleos de Pesquisa, ampliando-se as linhas. No ano 2000 já havia nove Núcleos de Pesquisa na instituição que, agregado ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu, passaram a se responsabilizar pelo desenvolvimento das linhas de pesquisa e por alavancar a produção docente e discente. Atualmente, a instituição possui dez Núcleos de Pesquisa que abarcam as principais áreas de conhecimento da Enfermagem: História da Enfermagem Brasileira, Fundamentos do Cuidado de Enfermagem, Saúde da Mulher, Saúde da Criança, Saúde do Trabalhador, Saúde Coletiva, Gerência, Educação, Enfermagem Hospitalar e Saúde Mental.

No ano de 2016, o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da EEAN/UFRJ comemorou 40 anos com uma sólida trajetória, contabilizando a formação de 847 mestres, 394 doutores, qualificando enfermeiros para todas as regiões do país por meio do atendimento de candidatos que participam dos processos seletivos amplamente divulgados em âmbito nacional e também por convênios e projetos firmados em atenção às políticas públicas indutoras (Minter, DINTER, PQI, Convênios de Extensão, Pró-Ensino na Saúde, PROCAD e outras modalidades de redes solidárias institucionais). Com este histórico, a EEAN e seu PPG formaram mestres e doutores que, retornando para suas instituições de origem, impulsionaram a pesquisa e deram início à implantação de seus próprios Programas.

Com seu histórico de solidariedade e nucleação NACIONAL, o Programa já atuou na Região Sul, com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com cinco titulações de doutores no âmbito de um Programa de Qualificação Interinstitucional, contribuindo para a abertura do PPG desta instituição. Tendo em vista esta parceria de sucesso, participou de uma Rede Solidária com a Universidade Federal do Estado de São Paulo, desenvolvendo um DINTER, também com a UFSM, contribuindo para o crescimento, desenvolvimento e consolidação das três instituições envolvidas.

Na Região Sudeste, seu histórico congrega apoio e nucleação a várias instituições. No Rio de Janeiro, por ser o primeiro PPG em Enfermagem e o primeiro curso de doutorado em enfermagem do estado, titulou enfermeiros assistenciais e docentes, para instituições privadas e públicas, contribuindo, com isso, para a implantação de Programas de Pós-Graduação nas instituições públicas, especialmente na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e seu Hospital Universitário, titulou 13 enfermeiros no curso de doutorado e 14 no curso de mestrado, sendo uma destas em 2015 (Doutorado). No Espírito Santo, em um convênio com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em 1998, titulou quatro Mestres e seis Doutores; e com o Centro Universitário FAESA, por meio de um MINTER, titulou 14 mestres (em 2005-2007). Em 2016 foi concluído o DINTER (2014-2016) com a UFES com titulação de 18 doutores.

Na Região Norte, um convênio desenvolvido no período de 1997-2001 com a Universidade Federal do Para (UFPA) titulou seis Mestres. Com a Universidade Estadual do Para (UEPA), um MINTER no período de 2001-2003 titulou 14 mestres e um DINTER no período de 2009-1012 titulou 13 doutoras, além de sete outras docentes que cursaram o doutorado submetendo-se ao processo seletivo regular. Em 2017, foi iniciado o DINTER com a Universidade Federal de Rondônia (UNIR).

Na Região Nordeste, convênio de 1998 com a Universidade Federal do Piauí (UFPI) titulou 10 Mestres e cinco Doutores e um Programa de Qualificação Interinstitucional (PQI) com esta mesma instituição titulou seis Doutores; um PQI com a Universidade Federal da Bahia (UFBa) formou dois doutores; e com a Universidade Federal do Ceará (UECE) e com a Universidade de Pernambuco (UPE) o PPG da EEAN responsabilizou-se pela promoção de dois Programas de Cooperação Acadêmica.

Na Região Centro-Oeste registra-se o convênio com a UFG, em 1987, que titulou 11 mestres.

Em âmbito INTERNACIONAL, no que se refere a atração de estudantes do exterior, seu histórico contabiliza alunos provenientes da África, Europa, América do Sul e América do Norte, a exemplo de: no Mestrado - uma do Continente Africano, uma da Europa, 11 da América do Sul (sendo cinco da Colômbia, cinco do Peru, uma da Argentina-PEC-PG); no Doutorado - uma do Continente Africano (formando a 1ª Doutora em Enfermagem de Moçambique – PEC-PG), duas da Europa (Portugal e Bélgica), 20 da América Latina (sendo duas da Colômbia, 17 do Peru, uma do México), um doutorado sanduiche de Murcia/Espanha e um estágio sanduiche de mestrado (Peru).

Os Convênios e Acordos de Cooperação Técnica com instituições de ensino e pesquisa da América Latina (México, Peru), da América do Norte (EUA, Canadá) e Europa (Portugal, França, Itália e Espanha) viabilizam atividades de formação, de pesquisa, consultorias, assessorias, divulgação científica, doutorados sanduíches, estudos pós-doutorais e visitas técnicas. No Peru, especialmente, o PPG da EEAN qualificou um importante quantitativo de enfermeiros docentes, o que culminou com a abertura de Programas de Pós-Graduação nas Escuelas de Postgrado de la Universidad Nacional de Trujillo (UNT), na Universidad Católica de los Ángeles de Chimbote (ULADECH) e na Universidade Santo Toribio de Mogrovejo (USAT, Chiclayo), instituições estas que mantêm um intenso Programa de Cooperação Técnico-Acadêmico-Científica, com participação de docentes do PPG da EEAN em diversas atividades.(Projetos de Pesquisa, publicação de artigos, apresentação de trabalhos em eventos científicos e conferências). Destaque também se dá aos laços de internacionalização e solidariedade mantidos com a Facultad de Enfermería y Obstetricia de la Universidad Autónoma del Estado de México – Toluca (UAEM), pois com a titulação de uma de suas doutoras no PPG da EEAN, esta assumiu cargo de coordenadora de investigação daquela Universidade e atualmente se responsabiliza pelo plano de trabalho desenvolvido no âmbito do convênio interinstitucional mantido entre a UFRJ e a UAEM.

Na América Latina, destaca-se ainda a assessoria prestada por uma das DP da EEAN à Faculdade de Enfermería da Universidad de Panamá, na preparação de seu projeto de criação do programa de doutorado. E com a Universidade Nacional Hermilio Valdizán Huánuco/Perú um programa de visita técnica e missão de estágio docente numa integração da graduação com o PPG.

No Canadá, a internacionalização ocorre com a Université de Montreal (UM), com a McGill University e com a Faculty of Nursing - University of Alberta/Canadá. Plano de trabalho congrega a recepção de Professor Visitante da UM, intercâmbios estudantis, visitas técnicas, estágios sanduíches, intercâmbio de docentes, pós-doutoramento, projetos de pesquisa multicêntrica, recepção de docentes para realizar atividades no PPG e em eventos promovidos pela EEAN. No tocante aos discentes do PPG da EEAN uma doutoranda obteve aprovação em 2016 de bolsa de doutorado sanduiche concedida pela Universidade McGill University para 2017.

Com os Estados Unidos da América o histórico de internacionalização do PPG vem sendo construído com: a Organização dos Estados Americanos – CICAD; com a School of Medicine - Center for Tuberculosis Control / Jonh Hopkins University/EUA – EEAN – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/USP; com a School of Nursing – University Califórnia, Los Angeles; com a University of Harford (UH).

Com Cuba, o PPG teve em 2016 como visitante a professora da Escola Nacional de Saúde Pública, participando do Taller Internacional de gênero em la infância e no Projeto multicêntrico Gênero e Infância e em Programa de pós-doutoramento (uma doutora – 2016/2017).

Na África, o histórico mais consistente tem sido com Moçambique, tendo a instituição recebido ao longo de sua história enfermeiros para curso de especialização, e mais recentemente com atividades de Intercâmbio com Instituto Superior de Ciências da Saúde (ISCISA).

Na Europa, o PPG mantém Convênios e Acordos de Cooperação com Portugal, França, Itália e Espanha. Destaca-se em Portugal (Coimbra), o convênio com a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra. Este Convênio vem sendo intensificado por meio de pós-doutorado de docentes da EEAN e doutorado sanduíche de estudantes da EEAN em Coimbra, atividades e participações de docentes em pesquisa, programas de visita e em eventos promovidos por ambas as instituições; na França com a Université de Provence (atualmente Aix Marseille Université), Laboratoire de Psychologie Sociale, com dois estudantes em doutorados sanduíches e publicações; com a Universitá degli Studi di Milano-Bicocca, Itália–UNIMIB registram-se atividades de intercâmbio e de pesquisa de docentes e mobilidade estudantil da Universitá degli Studi di Milano-Bicocca; e ainda na Universitá di Camerino (Itália), uma co-orientação de mestrado. Iniciativas com a Inglaterra também integram este histórico de contextualização do Programa, no que se refere a sua internacionalização, haja vista a participação de uma pesquisadora da City University London, Professor of Maternal and Child Health em co-orientação de tese de doutorado defendida no PPG da EEAN.

No âmbito nacional, as parcerias também se concretizam através de estágio pós-doutoral de docentes da UNICAMP, UFMG, UPE, UNISA, UECE, UFAL, UFF, UNIRIO, PUC/RJ, IFF e Marinha do Brasil.

O PPG também participa de Redes: Rede Internacional de Pesquisa de Representações Sociais e Saúde (RIPRES), que congrega pesquisadores do Brasil, da América do Sul, América do Norte, Europa e Ásia; na Red Internacional de Enfermería en Salud Ocupacional (RedENSO Internacional) que congrega pesquisadores do Brasil, Chile, Colômbia, Portugal e México; na Rede Internacional de Enfermería em Salud Infantil (Red ENSI) e na Red de Enfermería en Emergencias y Desastres (REEDA-OPAS) e Grupo de Trabalho da rede internacional organizada por meio de representantes do Conselho Internacional de Enfermeiros (International Council of Nurses - ICN - OMS), que congrega participantes do México, Colômbia, Argentina, Chile, Equador.

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da EEAN/UFRJ vem contribuindo com o crescimento da Pós-Graduação Brasileira e também na América Latina, vencendo os desafios da atualidade: na qualificação de profissionais para todo o território nacional, ajudando a área na superação das assimetrias, impactando em outros níveis de formação como ensino médio/técnico e fundamental/auxiliar por meio de engajamento em projetos de publicações técnicas voltados para estas áreas entre outras ações, formando profissionais para atuarem nas equipes de saúde; na formação de nova geração de doutores afinados com as necessidades/prioridades de saúde da população. Contribui também por meio de consultorias e assessorias tanto no Brasil como do exterior, com vistas à implantação de Programas de Pós-Graduação e com aperfeiçoamento de doutores para que se insiram nos Programas de suas instituições e alavanquem a pesquisa, a tecnologia e a inovação, afinando-se com as políticas nacionais que visam o crescimento sócio-político-econômico do país.

Acrescentam-se na trajetória histórica do PPG, as ações de inserção social, que sempre figuraram nas finalidades da instituição por meio de projetos vinculados ao curso de graduação e ao Programa de pós-graduação, cumprindo sua responsabilidade social junto à população. Por meio de Projetos de pesquisa e de Extensão, ocorrem as articulações do PPG com os Serviços de Saúde do Rio de Janeiro, especialmente com os Hospitais Universitários da UFRJ e Rede de Atenção Primária e com outros campos.

O PPG tem respeitabilidade na UFRJ, nacional e internacional, sendo referência no país e América Latina, por sua produção científica, ações de solidariedade que executa e qualidade da formação que oferta à comunidade profissional, acadêmica de enfermagem, pela qualidade da atenção que oferta aos cidadãos que participam dos Projetos de Ensino-Assistência-Pesquisa.

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